Anamaria
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Aprendizado de Máquina

Aprendizado não supervisionado

No aprendizado não supervisionado, o modelo aprende a partir de dados de treinamento que não incluem as soluções desejadas — não há rótulos.

O modelo precisa descobrir padrões e estruturas nos dados por conta própria.

Aplicações principais:

Exemplos para fixar

Exemplo 1 (Agrupamento): Uma empresa de marketing tem milhões de clientes, mas nenhuma categorização. O aprendizado não supervisionado analisa os dados (compras, frequência, valor gasto) e descobre naturalmente que existem 4 grupos de clientes com comportamentos distintos — sem que ninguém tenha definido esses grupos previamente.

Exemplo 2 (Detecção de anomalias): Um sistema monitora o tráfego de rede de uma empresa. Sem rótulos de "normal" ou "anomalia", o modelo não supervisionado aprende o padrão típico de tráfego e identifica automaticamente quando algo foge do normal — potencial indicador de ataque cibernético.

Exemplo 3 (Diferença-chave): No supervisionado, você diz ao modelo "isto é spam, isto não é" (tem rótulos). No não supervisionado, você diz ao modelo "aqui estão os e-mails — descubra padrões" (sem rótulos). A diferença fundamental é a presença ou ausência de rótulos nos dados de treinamento.